Jornal da Mania

Secretário de segurança diz que o Rio não está em guerra

25/09/2017 – 08h21

Marcus Marinho

Mesmo com as forças armadas patrulhando a favela da Rocinha, em São Conrado, na zona sul do Rio, o secretário de segurança pública, Roberto Sá (foto), disse que a cidade não está em guerra. Depois de uma semana de intensos tiroteios entre policiais e traficantes, finalmente os moradores tiveram uma madrugada sem confrontos. Desde sexta-feira, 16 bandidos foram presos, mais de 20 fuzis apreendidos, e três criminosos morreram em confronto.

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“O Rio não está em guerra. O Rio tem uma situação de violência urbana difícil, como o restante do Brasil”, declarou o secretário de segurança do Rio.

Mais de 900 militares estão na Rocinha

Novecentos e cinquenta homens das forças armadas estão patrulhando a Rocinha. Eles usam dois helicópteros e dez veículos blindados. Para o especialista em segurança e presidente do instituto de criminalística e ciências policiais da América Latina, José Ricardo Bandeira, a atuação dos militares está correta.

“O papel das forças federais tem sido impecável. Mas não adianta fazer ocupação se daqui a uns dias a polícia for embora. É necessário que o estado entre com a gama de serviços sociais: educação, cultura, saúde e emprego, para demonstrar que as forças estaduais têm apoio da comunidade”, declarou.

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